Olá e Adeus Viagem!

aeroplane_weheartitOlá Viagem! Já te ando a planear, imaginar, sonhar faz algum tempo. Não sabes tu que o que mais planeio eu é o controlo dos meus sentimentos, da minha ansiedade e antecipação. Não, não tenho medo de andar de avião, se é isso que estás a pensar! Receio as saudades, a ansiedade de partir por alguns dias e deixar aqui, neste cantinho, os meus tesouros.

Tinhas tudo para dar certo! Serias uma Viagem a Dois para um destino fantástico. Porque tinhas que te tornar difícil? Penso e torno a pensar…Porquê? E se choram de noite e se chamam por mim? Se ficam tristes por não ver os pais um dia e outro e outro? Sim, eu sei que os avós adoram ficar com os netos. Elas ficam bem. Mas que vale tentar-me convencer a ir se o meu coração me manda ficar? Por isso, por agora…Adeus Viagem!

Não ir talvez não faça de mim melhor mãe. Não procuro nenhum prémio. Respeito apenas a minha consciência de mãe. Acredito que há um tempo para tudo.

Birras. Quem já não passou por uma?

Sigo o blog da Babyccino Kids com regularidade. Gosto de ler os conselhos práticos que dão na rubrica “Tuesday Tips”. São conselhos baseados em experiência de mãe. Esta semana o artigo é sobre as típicas birras de criança. Quem já não passou por uma? Julgo que a maioria dos pais já deve ter um doutoramento em gestão de birras. Eu ainda estou a fazer o mestrado pois quando se passa de um para dois filhos o cenário muda um pouco!

Partilhem a vossa experiência aqui no blog ou através do Facebook e não deixem de espreitar a Babyccino Kids.

How to deal with toddler tantrums

imagem/ image: Babyccino Kids

Não somos super-heróis, somos Pais.

Dez dias de internamento na pediatria, três dos quais na unidade de intensivos. Não foi fácil… Aliás, nunca é fácil ver um filho no hospital e saber que não podemos ficar no seu lugar. Podemos, todavia ,dar-lhes todo o nosso amor, carinho, colo e aconchego. Foi isso que fizemos.

No hospital, durante a minha estada de dia e noite, fui observando a cada dia as mães e pais que chegavam primeiramente às urgências e depois à ala de pediatria.Todos tinham a mesma expressão. A preocupação inverte-nos o rosto, vincando-nos os traços da testa. Enquanto as mães acompanhavam as suas crias aos gabinetes médicos, os pais, em geral, ficavam no exterior a matar tempo fumado um cigarro ou deambulando. Custa ter que esperar, custa deixar mulher e filho no hospital se assim tiver de ser.

As mães ficam onde o filho tiver que ficar, fazem o que for preciso para o ver bem. Tal como os pais, que se ausentam por instantes, pois a vida não pára e há trabalho para fazer, mas regressam com a sua força e apoio incondicionais.

E assim ia correndo o tempo. Pessoas entravam e saiam, um corre-corre de médicos e enfermeiros.

Chorei, ri, agradeci a todos os que nós cuidaram.

Felizmente tudo acabou bem.

O chumbo do João | iOnline

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